quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Quem são os vilões do meio ambiente?


Quem são os vilões do meio ambiente?
Por Valdir Colatto*

A história da civilização humana nos mostra que em qualquer parte do planeta sempre houve ocupação do homem, na cidade e no campo, às margens dos cursos d’água, mares, rios, córregos, fontes e nascentes. Por uma razão muito lógica: para que homens, animais e plantas não vivessem sem água e nem longe delas. Há quanto tempo existe tecnologia e energia elétrica? Décadas? Séculos? Para muitos, ainda não chegou sequer a energia elétrica. Portanto, foram inteligentes todos os nossos antepassados que se instalaram às margens das águas por uma questão de sobrevivência. A humanidade está ao lado ou muito próximo da água, a exemplo de metrópoles como São Paulo do rio Tietê, Paris do rio Sena, Londres do rio Tâmisa, Roma do rio Tibre, New York do rio Hudson, Florianópolis do mar Atlântico.

Hoje, através de uma canetada estamos querendo mudar o que a enxada levou séculos para construir por meio dos nossos antepassados, de onde quer que vieram, alemães, italianos, poloneses, russos, japoneses, negros e índios. O que nos resta é ter juízo e bom senso para buscar o caminho do equilíbrio entre produção e meio ambiente, levando em conta nosso Brasil, continente com seus seis Biomas, suas montanhas, seus vales e suas várzeas, seus rios e mares, culturas, tradições e modelos diferentes que precisam ser respeitados e tratados com inteligência, aproximando o máximo possível a legislação ambiental do Brasil 
real.

O Brasil real de 5,2 milhões de propriedades rurais de quase 200 milhões de brasileiros, 85% vivendo na área urbana, querendo fugir das suas origens rurais, mas dependente da comida que chega a mesa de cada um. O Brasil real da balança comercial que o agronegócio mantém superavitário, dos 33% de empregos gerados pelo campo, dos 25% do PIB, do ônus exclusivo de arcar com o próprio patrimônio para salvar o meio ambiente com as áreas de preservação permanente (APP) e reservas legais (RL), às custas dos produtores.

O Código Florestal não devia ser só florestal, mas ambiental para abranger também a água, o solo, o ar, os animais, as plantas e as atitudes da sociedade humana. Antes de tudo, a legislação florestal precisa ser justa. Se eu poluo, tenho débito. Se preservo, tenho crédito. Essa deveria ser a fórmula do equilíbrio ambiental, social e econômico. Encontrar o melhor caminho na discussão que o Brasil está fazendo, não só para hoje, mas para a história e as futuras gerações.

O Código Florestal Brasileiro, criado por meio da Lei 4771/1965, estabeleceu que 80% da Amazônia, 35% do Cerrado e 20% do restante do país devem preservar suas florestas com a Reserva Legal. Importante considerar que a Lei instituía esses percentuais de preservação para os Estados e não para cada propriedade. A mesma lei também estabeleceu que são APP margens de qualquer curso d’água de 30 a 500 metros, topo de morro altitudes acima de 1.800 metros, encostas com declividade acima de 45 graus e 50 metros de raio de qualquer fonte e 15 metros a 100 metros às margens de lagos, lagoas naturais e artificiais. O Brasil tem 61% de cobertura florestal nativa, a Amazônia apresenta 98% de floresta nativa, Santa Catarina outros 60% de cobertura florestal nativa. Não é correto que as propriedades sejam consideradas unidades ambientais com APP e RL, exclusiva, sem qualquer fundamento técnico ou científico. Muitas vezes, essas determinações surgem para satisfazer ongueiros desocupados, a serviço de interesses contrários ao nosso país.

A fórmula para consertar isso é simples e racional. É respeitar as peculiaridades de cada região, Estado, município e propriedade, planejando tecnicamente a definição da ocupação territorial de cada unidade. Os Estados com seus parques em blocos onde possa se desenvolver a biodiversidade, a orientação para a convivência harmoniosa entre a produção, a ocupação do homem e o meio ambiente. Também o cuidado com a água, com o solo, com o ar e com as plantas.

A resposta disso é porque as cidades não conseguem planejar e preservar, buscam um culpado para sua incompetência de sequer encontrar uma solução para seu lixo, esgoto e outras poluições. Encontra culpado e se volta para o meio rural exigindo que o produtor rural assuma a conta com seu próprio patrimônio para preservar o meio ambiente.

Quem da cidade dispensa 20%, 35% ou 80% do seu salário, da sua fábrica, do seu apartamento, do seu terreno para preservar o meio ambiente para a sociedade? Pois é isso que acontece no meio rural quando cada propriedade deixa de produzir no percentual determinado pelo Código Florestal e passa a preservar para “salvar a humanidade”.

É hora de deixarmos a hipocrisia de lado e não apontar culpados. Cada um fazer sua parte na busca de uma solução harmônica do impacto que provocamos ao meio ambiente, buscando, por exemplo, solução para algo que ainda não sabemos o que fazer - o nosso lixo de cada dia.

O Brasil aguarda agora a sanção ou veto da presidente Dilma Rousseff, as alterações feitas na Medida Provisória 571/2012 do Código Florestal Brasileiro. Depois, o desafio é implantá-lo dentro das propriedades, buscando minimizar o custo e o ônus do nosso produtor. O que esperamos, é bom senso da presidente da República, para que tenha consideração por quem produz e respeite o direito do Congresso legislar.

*Valdir Colatto é Engenheiro Agrônomo e deputado federal. 

Quem são os vilões do meio ambiente?


Quem são os vilões do meio ambiente?
Por Valdir Colatto*

A história da civilização humana nos mostra que em qualquer parte do planeta sempre houve ocupação do homem, na cidade e no campo, às margens dos cursos d’água, mares, rios, córregos, fontes e nascentes. Por uma razão muito lógica: para que homens, animais e plantas não vivessem sem água e nem longe delas. Há quanto tempo existe tecnologia e energia elétrica? Décadas? Séculos? Para muitos, ainda não chegou sequer a energia elétrica. Portanto, foram inteligentes todos os nossos antepassados que se instalaram às margens das águas por uma questão de sobrevivência. A humanidade está ao lado ou muito próximo da água, a exemplo de metrópoles como São Paulo do rio Tietê, Paris do rio Sena, Londres do rio Tâmisa, Roma do rio Tibre, New York do rio Hudson, Florianópolis do mar Atlântico.

Hoje, através de uma canetada estamos querendo mudar o que a enxada levou séculos para construir por meio dos nossos antepassados, de onde quer que vieram, alemães, italianos, poloneses, russos, japoneses, negros e índios. O que nos resta é ter juízo e bom senso para buscar o caminho do equilíbrio entre produção e meio ambiente, levando em conta nosso Brasil, continente com seus seis Biomas, suas montanhas, seus vales e suas várzeas, seus rios e mares, culturas, tradições e modelos diferentes que precisam ser respeitados e tratados com inteligência, aproximando o máximo possível a legislação ambiental do Brasil 
real.

O Brasil real de 5,2 milhões de propriedades rurais de quase 200 milhões de brasileiros, 85% vivendo na área urbana, querendo fugir das suas origens rurais, mas dependente da comida que chega a mesa de cada um. O Brasil real da balança comercial que o agronegócio mantém superavitário, dos 33% de empregos gerados pelo campo, dos 25% do PIB, do ônus exclusivo de arcar com o próprio patrimônio para salvar o meio ambiente com as áreas de preservação permanente (APP) e reservas legais (RL), às custas dos produtores.

O Código Florestal não devia ser só florestal, mas ambiental para abranger também a água, o solo, o ar, os animais, as plantas e as atitudes da sociedade humana. Antes de tudo, a legislação florestal precisa ser justa. Se eu poluo, tenho débito. Se preservo, tenho crédito. Essa deveria ser a fórmula do equilíbrio ambiental, social e econômico. Encontrar o melhor caminho na discussão que o Brasil está fazendo, não só para hoje, mas para a história e as futuras gerações.

O Código Florestal Brasileiro, criado por meio da Lei 4771/1965, estabeleceu que 80% da Amazônia, 35% do Cerrado e 20% do restante do país devem preservar suas florestas com a Reserva Legal. Importante considerar que a Lei instituía esses percentuais de preservação para os Estados e não para cada propriedade. A mesma lei também estabeleceu que são APP margens de qualquer curso d’água de 30 a 500 metros, topo de morro altitudes acima de 1.800 metros, encostas com declividade acima de 45 graus e 50 metros de raio de qualquer fonte e 15 metros a 100 metros às margens de lagos, lagoas naturais e artificiais. O Brasil tem 61% de cobertura florestal nativa, a Amazônia apresenta 98% de floresta nativa, Santa Catarina outros 60% de cobertura florestal nativa. Não é correto que as propriedades sejam consideradas unidades ambientais com APP e RL, exclusiva, sem qualquer fundamento técnico ou científico. Muitas vezes, essas determinações surgem para satisfazer ongueiros desocupados, a serviço de interesses contrários ao nosso país.

A fórmula para consertar isso é simples e racional. É respeitar as peculiaridades de cada região, Estado, município e propriedade, planejando tecnicamente a definição da ocupação territorial de cada unidade. Os Estados com seus parques em blocos onde possa se desenvolver a biodiversidade, a orientação para a convivência harmoniosa entre a produção, a ocupação do homem e o meio ambiente. Também o cuidado com a água, com o solo, com o ar e com as plantas.

A resposta disso é porque as cidades não conseguem planejar e preservar, buscam um culpado para sua incompetência de sequer encontrar uma solução para seu lixo, esgoto e outras poluições. Encontra culpado e se volta para o meio rural exigindo que o produtor rural assuma a conta com seu próprio patrimônio para preservar o meio ambiente.

Quem da cidade dispensa 20%, 35% ou 80% do seu salário, da sua fábrica, do seu apartamento, do seu terreno para preservar o meio ambiente para a sociedade? Pois é isso que acontece no meio rural quando cada propriedade deixa de produzir no percentual determinado pelo Código Florestal e passa a preservar para “salvar a humanidade”.

É hora de deixarmos a hipocrisia de lado e não apontar culpados. Cada um fazer sua parte na busca de uma solução harmônica do impacto que provocamos ao meio ambiente, buscando, por exemplo, solução para algo que ainda não sabemos o que fazer - o nosso lixo de cada dia.

O Brasil aguarda agora a sanção ou veto da presidente Dilma Rousseff, as alterações feitas na Medida Provisória 571/2012 do Código Florestal Brasileiro. Depois, o desafio é implantá-lo dentro das propriedades, buscando minimizar o custo e o ônus do nosso produtor. O que esperamos, é bom senso da presidente da República, para que tenha consideração por quem produz e respeite o direito do Congresso legislar.

*Valdir Colatto é Engenheiro Agrônomo e deputado federal. 

Quem são os vilões do meio ambiente?


Quem são os vilões do meio ambiente?
Por Valdir Colatto*

A história da civilização humana nos mostra que em qualquer parte do planeta sempre houve ocupação do homem, na cidade e no campo, às margens dos cursos d’água, mares, rios, córregos, fontes e nascentes. Por uma razão muito lógica: para que homens, animais e plantas não vivessem sem água e nem longe delas. Há quanto tempo existe tecnologia e energia elétrica? Décadas? Séculos? Para muitos, ainda não chegou sequer a energia elétrica. Portanto, foram inteligentes todos os nossos antepassados que se instalaram às margens das águas por uma questão de sobrevivência. A humanidade está ao lado ou muito próximo da água, a exemplo de metrópoles como São Paulo do rio Tietê, Paris do rio Sena, Londres do rio Tâmisa, Roma do rio Tibre, New York do rio Hudson, Florianópolis do mar Atlântico.

Hoje, através de uma canetada estamos querendo mudar o que a enxada levou séculos para construir por meio dos nossos antepassados, de onde quer que vieram, alemães, italianos, poloneses, russos, japoneses, negros e índios. O que nos resta é ter juízo e bom senso para buscar o caminho do equilíbrio entre produção e meio ambiente, levando em conta nosso Brasil, continente com seus seis Biomas, suas montanhas, seus vales e suas várzeas, seus rios e mares, culturas, tradições e modelos diferentes que precisam ser respeitados e tratados com inteligência, aproximando o máximo possível a legislação ambiental do Brasil 
real.

O Brasil real de 5,2 milhões de propriedades rurais de quase 200 milhões de brasileiros, 85% vivendo na área urbana, querendo fugir das suas origens rurais, mas dependente da comida que chega a mesa de cada um. O Brasil real da balança comercial que o agronegócio mantém superavitário, dos 33% de empregos gerados pelo campo, dos 25% do PIB, do ônus exclusivo de arcar com o próprio patrimônio para salvar o meio ambiente com as áreas de preservação permanente (APP) e reservas legais (RL), às custas dos produtores.

O Código Florestal não devia ser só florestal, mas ambiental para abranger também a água, o solo, o ar, os animais, as plantas e as atitudes da sociedade humana. Antes de tudo, a legislação florestal precisa ser justa. Se eu poluo, tenho débito. Se preservo, tenho crédito. Essa deveria ser a fórmula do equilíbrio ambiental, social e econômico. Encontrar o melhor caminho na discussão que o Brasil está fazendo, não só para hoje, mas para a história e as futuras gerações.

O Código Florestal Brasileiro, criado por meio da Lei 4771/1965, estabeleceu que 80% da Amazônia, 35% do Cerrado e 20% do restante do país devem preservar suas florestas com a Reserva Legal. Importante considerar que a Lei instituía esses percentuais de preservação para os Estados e não para cada propriedade. A mesma lei também estabeleceu que são APP margens de qualquer curso d’água de 30 a 500 metros, topo de morro altitudes acima de 1.800 metros, encostas com declividade acima de 45 graus e 50 metros de raio de qualquer fonte e 15 metros a 100 metros às margens de lagos, lagoas naturais e artificiais. O Brasil tem 61% de cobertura florestal nativa, a Amazônia apresenta 98% de floresta nativa, Santa Catarina outros 60% de cobertura florestal nativa. Não é correto que as propriedades sejam consideradas unidades ambientais com APP e RL, exclusiva, sem qualquer fundamento técnico ou científico. Muitas vezes, essas determinações surgem para satisfazer ongueiros desocupados, a serviço de interesses contrários ao nosso país.

A fórmula para consertar isso é simples e racional. É respeitar as peculiaridades de cada região, Estado, município e propriedade, planejando tecnicamente a definição da ocupação territorial de cada unidade. Os Estados com seus parques em blocos onde possa se desenvolver a biodiversidade, a orientação para a convivência harmoniosa entre a produção, a ocupação do homem e o meio ambiente. Também o cuidado com a água, com o solo, com o ar e com as plantas.

A resposta disso é porque as cidades não conseguem planejar e preservar, buscam um culpado para sua incompetência de sequer encontrar uma solução para seu lixo, esgoto e outras poluições. Encontra culpado e se volta para o meio rural exigindo que o produtor rural assuma a conta com seu próprio patrimônio para preservar o meio ambiente.

Quem da cidade dispensa 20%, 35% ou 80% do seu salário, da sua fábrica, do seu apartamento, do seu terreno para preservar o meio ambiente para a sociedade? Pois é isso que acontece no meio rural quando cada propriedade deixa de produzir no percentual determinado pelo Código Florestal e passa a preservar para “salvar a humanidade”.

É hora de deixarmos a hipocrisia de lado e não apontar culpados. Cada um fazer sua parte na busca de uma solução harmônica do impacto que provocamos ao meio ambiente, buscando, por exemplo, solução para algo que ainda não sabemos o que fazer - o nosso lixo de cada dia.

O Brasil aguarda agora a sanção ou veto da presidente Dilma Rousseff, as alterações feitas na Medida Provisória 571/2012 do Código Florestal Brasileiro. Depois, o desafio é implantá-lo dentro das propriedades, buscando minimizar o custo e o ônus do nosso produtor. O que esperamos, é bom senso da presidente da República, para que tenha consideração por quem produz e respeite o direito do Congresso legislar.

*Valdir Colatto é Engenheiro Agrônomo e deputado federal. 

Quem são os vilões do meio ambiente?


Quem são os vilões do meio ambiente?
Por Valdir Colatto*

A história da civilização humana nos mostra que em qualquer parte do planeta sempre houve ocupação do homem, na cidade e no campo, às margens dos cursos d’água, mares, rios, córregos, fontes e nascentes. Por uma razão muito lógica: para que homens, animais e plantas não vivessem sem água e nem longe delas. Há quanto tempo existe tecnologia e energia elétrica? Décadas? Séculos? Para muitos, ainda não chegou sequer a energia elétrica. Portanto, foram inteligentes todos os nossos antepassados que se instalaram às margens das águas por uma questão de sobrevivência. A humanidade está ao lado ou muito próximo da água, a exemplo de metrópoles como São Paulo do rio Tietê, Paris do rio Sena, Londres do rio Tâmisa, Roma do rio Tibre, New York do rio Hudson, Florianópolis do mar Atlântico.

Hoje, através de uma canetada estamos querendo mudar o que a enxada levou séculos para construir por meio dos nossos antepassados, de onde quer que vieram, alemães, italianos, poloneses, russos, japoneses, negros e índios. O que nos resta é ter juízo e bom senso para buscar o caminho do equilíbrio entre produção e meio ambiente, levando em conta nosso Brasil, continente com seus seis Biomas, suas montanhas, seus vales e suas várzeas, seus rios e mares, culturas, tradições e modelos diferentes que precisam ser respeitados e tratados com inteligência, aproximando o máximo possível a legislação ambiental do Brasil 
real.

O Brasil real de 5,2 milhões de propriedades rurais de quase 200 milhões de brasileiros, 85% vivendo na área urbana, querendo fugir das suas origens rurais, mas dependente da comida que chega a mesa de cada um. O Brasil real da balança comercial que o agronegócio mantém superavitário, dos 33% de empregos gerados pelo campo, dos 25% do PIB, do ônus exclusivo de arcar com o próprio patrimônio para salvar o meio ambiente com as áreas de preservação permanente (APP) e reservas legais (RL), às custas dos produtores.

O Código Florestal não devia ser só florestal, mas ambiental para abranger também a água, o solo, o ar, os animais, as plantas e as atitudes da sociedade humana. Antes de tudo, a legislação florestal precisa ser justa. Se eu poluo, tenho débito. Se preservo, tenho crédito. Essa deveria ser a fórmula do equilíbrio ambiental, social e econômico. Encontrar o melhor caminho na discussão que o Brasil está fazendo, não só para hoje, mas para a história e as futuras gerações.

O Código Florestal Brasileiro, criado por meio da Lei 4771/1965, estabeleceu que 80% da Amazônia, 35% do Cerrado e 20% do restante do país devem preservar suas florestas com a Reserva Legal. Importante considerar que a Lei instituía esses percentuais de preservação para os Estados e não para cada propriedade. A mesma lei também estabeleceu que são APP margens de qualquer curso d’água de 30 a 500 metros, topo de morro altitudes acima de 1.800 metros, encostas com declividade acima de 45 graus e 50 metros de raio de qualquer fonte e 15 metros a 100 metros às margens de lagos, lagoas naturais e artificiais. O Brasil tem 61% de cobertura florestal nativa, a Amazônia apresenta 98% de floresta nativa, Santa Catarina outros 60% de cobertura florestal nativa. Não é correto que as propriedades sejam consideradas unidades ambientais com APP e RL, exclusiva, sem qualquer fundamento técnico ou científico. Muitas vezes, essas determinações surgem para satisfazer ongueiros desocupados, a serviço de interesses contrários ao nosso país.

A fórmula para consertar isso é simples e racional. É respeitar as peculiaridades de cada região, Estado, município e propriedade, planejando tecnicamente a definição da ocupação territorial de cada unidade. Os Estados com seus parques em blocos onde possa se desenvolver a biodiversidade, a orientação para a convivência harmoniosa entre a produção, a ocupação do homem e o meio ambiente. Também o cuidado com a água, com o solo, com o ar e com as plantas.

A resposta disso é porque as cidades não conseguem planejar e preservar, buscam um culpado para sua incompetência de sequer encontrar uma solução para seu lixo, esgoto e outras poluições. Encontra culpado e se volta para o meio rural exigindo que o produtor rural assuma a conta com seu próprio patrimônio para preservar o meio ambiente.

Quem da cidade dispensa 20%, 35% ou 80% do seu salário, da sua fábrica, do seu apartamento, do seu terreno para preservar o meio ambiente para a sociedade? Pois é isso que acontece no meio rural quando cada propriedade deixa de produzir no percentual determinado pelo Código Florestal e passa a preservar para “salvar a humanidade”.

É hora de deixarmos a hipocrisia de lado e não apontar culpados. Cada um fazer sua parte na busca de uma solução harmônica do impacto que provocamos ao meio ambiente, buscando, por exemplo, solução para algo que ainda não sabemos o que fazer - o nosso lixo de cada dia.

O Brasil aguarda agora a sanção ou veto da presidente Dilma Rousseff, as alterações feitas na Medida Provisória 571/2012 do Código Florestal Brasileiro. Depois, o desafio é implantá-lo dentro das propriedades, buscando minimizar o custo e o ônus do nosso produtor. O que esperamos, é bom senso da presidente da República, para que tenha consideração por quem produz e respeite o direito do Congresso legislar.

*Valdir Colatto é Engenheiro Agrônomo e deputado federal. 

Quem são os vilões do meio ambiente?


Quem são os vilões do meio ambiente?
Por Valdir Colatto*

A história da civilização humana nos mostra que em qualquer parte do planeta sempre houve ocupação do homem, na cidade e no campo, às margens dos cursos d’água, mares, rios, córregos, fontes e nascentes. Por uma razão muito lógica: para que homens, animais e plantas não vivessem sem água e nem longe delas. Há quanto tempo existe tecnologia e energia elétrica? Décadas? Séculos? Para muitos, ainda não chegou sequer a energia elétrica. Portanto, foram inteligentes todos os nossos antepassados que se instalaram às margens das águas por uma questão de sobrevivência. A humanidade está ao lado ou muito próximo da água, a exemplo de metrópoles como São Paulo do rio Tietê, Paris do rio Sena, Londres do rio Tâmisa, Roma do rio Tibre, New York do rio Hudson, Florianópolis do mar Atlântico.

Hoje, através de uma canetada estamos querendo mudar o que a enxada levou séculos para construir por meio dos nossos antepassados, de onde quer que vieram, alemães, italianos, poloneses, russos, japoneses, negros e índios. O que nos resta é ter juízo e bom senso para buscar o caminho do equilíbrio entre produção e meio ambiente, levando em conta nosso Brasil, continente com seus seis Biomas, suas montanhas, seus vales e suas várzeas, seus rios e mares, culturas, tradições e modelos diferentes que precisam ser respeitados e tratados com inteligência, aproximando o máximo possível a legislação ambiental do Brasil 
real.

O Brasil real de 5,2 milhões de propriedades rurais de quase 200 milhões de brasileiros, 85% vivendo na área urbana, querendo fugir das suas origens rurais, mas dependente da comida que chega a mesa de cada um. O Brasil real da balança comercial que o agronegócio mantém superavitário, dos 33% de empregos gerados pelo campo, dos 25% do PIB, do ônus exclusivo de arcar com o próprio patrimônio para salvar o meio ambiente com as áreas de preservação permanente (APP) e reservas legais (RL), às custas dos produtores.

O Código Florestal não devia ser só florestal, mas ambiental para abranger também a água, o solo, o ar, os animais, as plantas e as atitudes da sociedade humana. Antes de tudo, a legislação florestal precisa ser justa. Se eu poluo, tenho débito. Se preservo, tenho crédito. Essa deveria ser a fórmula do equilíbrio ambiental, social e econômico. Encontrar o melhor caminho na discussão que o Brasil está fazendo, não só para hoje, mas para a história e as futuras gerações.

O Código Florestal Brasileiro, criado por meio da Lei 4771/1965, estabeleceu que 80% da Amazônia, 35% do Cerrado e 20% do restante do país devem preservar suas florestas com a Reserva Legal. Importante considerar que a Lei instituía esses percentuais de preservação para os Estados e não para cada propriedade. A mesma lei também estabeleceu que são APP margens de qualquer curso d’água de 30 a 500 metros, topo de morro altitudes acima de 1.800 metros, encostas com declividade acima de 45 graus e 50 metros de raio de qualquer fonte e 15 metros a 100 metros às margens de lagos, lagoas naturais e artificiais. O Brasil tem 61% de cobertura florestal nativa, a Amazônia apresenta 98% de floresta nativa, Santa Catarina outros 60% de cobertura florestal nativa. Não é correto que as propriedades sejam consideradas unidades ambientais com APP e RL, exclusiva, sem qualquer fundamento técnico ou científico. Muitas vezes, essas determinações surgem para satisfazer ongueiros desocupados, a serviço de interesses contrários ao nosso país.

A fórmula para consertar isso é simples e racional. É respeitar as peculiaridades de cada região, Estado, município e propriedade, planejando tecnicamente a definição da ocupação territorial de cada unidade. Os Estados com seus parques em blocos onde possa se desenvolver a biodiversidade, a orientação para a convivência harmoniosa entre a produção, a ocupação do homem e o meio ambiente. Também o cuidado com a água, com o solo, com o ar e com as plantas.

A resposta disso é porque as cidades não conseguem planejar e preservar, buscam um culpado para sua incompetência de sequer encontrar uma solução para seu lixo, esgoto e outras poluições. Encontra culpado e se volta para o meio rural exigindo que o produtor rural assuma a conta com seu próprio patrimônio para preservar o meio ambiente.

Quem da cidade dispensa 20%, 35% ou 80% do seu salário, da sua fábrica, do seu apartamento, do seu terreno para preservar o meio ambiente para a sociedade? Pois é isso que acontece no meio rural quando cada propriedade deixa de produzir no percentual determinado pelo Código Florestal e passa a preservar para “salvar a humanidade”.

É hora de deixarmos a hipocrisia de lado e não apontar culpados. Cada um fazer sua parte na busca de uma solução harmônica do impacto que provocamos ao meio ambiente, buscando, por exemplo, solução para algo que ainda não sabemos o que fazer - o nosso lixo de cada dia.

O Brasil aguarda agora a sanção ou veto da presidente Dilma Rousseff, as alterações feitas na Medida Provisória 571/2012 do Código Florestal Brasileiro. Depois, o desafio é implantá-lo dentro das propriedades, buscando minimizar o custo e o ônus do nosso produtor. O que esperamos, é bom senso da presidente da República, para que tenha consideração por quem produz e respeite o direito do Congresso legislar.

*Valdir Colatto é Engenheiro Agrônomo e deputado federal. 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O Prêmio Nobel da Paz - EUA sob seus agentes geopolíticos

O Prêmio Nobel da Paz - EUA sob seus agentes geopolíticos

Se partirmos da visão tradicional do mundo, o Prêmio Nobel na sua forma atual - está causando injustiça e ilegalidade
Recentemente, o prêmio Nobel da Paz foi um escárnio. Primeiro, é concedido a Obama, que começou a guerra em vários estados, "para esforços extraordinários para fortalecer a diplomacia internacional ea cooperação entre os povos", e em seguida, a União Europeia, que tem patrocinado muitos conflitos e revoluções no Oriente Médio. Aparentemente, o "mundo" é visto na visão liberal sobre a fórmula da "democracia com o outro não lutar."
Todas as guerras da coalizão ocidental liderada por os EUA são iniciados, eles argumentam, para o bem da democracia e efeitos humanitários, com bombardeio humanitário. Assim, esta é a conquista da democracia, de acordo com a hegemonia global, ao que parece, é o principal objetivo eo objetivo principal de "um mundo sem guerras", onde todos os estados são liberais e estará sujeito a hegemonia dos EUA. E então haverá paz! Assim, o Prémio Nobel da Paz é atribuído a quem traz dominação unipolar ofensiva norte-americana, por qualquer meio, independentemente das humanidades, forças sociais ou militar é atingido, seja através de bombardeio humanitário. Por esta lógica, tudo se encaixa.
E se você vem de uma visão tradicional, clássica do mundo, é, naturalmente, faz com que a injustiça e indignação - o Prêmio Nobel da Paz deste modo.
Na lista de candidatos ao Prêmio Nobel da Paz, Sharp Gene, Alexei Venediktov e Svetlana Gannushkina - esta é uma ilustração deste conceito. O fato é que na teoria das relações internacionais que a escola liberal, o significado do que é a de garantir que o regime e sua ideologia é fundamental nas relações internacionais. Liberais insistem que qualquer regime, em qualquer país deve ser liberal. Só que é uma garantia de que o Estado não vai entrar em conflito com outros Estados liberais, que atualmente dominam o mundo.
A Rússia é contra a rede de guerra
A eleição de Obama - um ato de desespero
Aranha Rede


Assim, para conseguir que cada estado tem um liberal, é o principal objetivo dos liberais e da teoria das relações internacionais, que é construído sobre a base da escola. Mas o modo pelo qual o mesmo é alcançado, cada estado tem um liberal, não importa. Esta fórmula só funciona em uma direção: a democracia liberal um com o outro para não lutar, mas com a não-democratas estão lutando, e como, estão lutando por enquanto eles não deixam de resistir e não aceitar a lógica liberal.
Assim, na Rússia, os atores principais têm um regime pró-americano liberal de controles externos são apenas Venediktov com "Eco de Moscou", Albats Gannushkina Alexeyev - todas essas pessoas - os agentes diretos do liberal, que funciona em desovereignization Rússia, terminando a sua existência como um status de grande potência e transformando-o em um estado de escravo na veia da hegemonia americana. Qualquer coisa que trabalha no estabelecimento da lógica do liberalismo americano promove uma aproximação global do mundo americano. Não haverá guerra, porque não existe qualquer alternativa do ponto de vista americano. Quando todo mundo está pensando da maneira americana, que é quando haverá paz e prosperidade. Bem como o Prêmio Nobel - tem sido politizado lógica fenômeno subordinado os EUA, assim como toda a Europa, que há muito não há subjetividade e é um vassalo direto de os EUA eo executor dos interesses americanos, o prêmio é distribuído de acordo com a lógica americana.
Vivemos em um mundo que se transforma à maneira americana, e é uma ameaça. Afinal, a maioria da humanidade, bilhões de pessoas já não vivem na lógica americana, não um liberal, mas de acordo com as suas tradições, a sua própria lei, de acordo com suas visões de mundo. Esta é uma grande parte da humanidade, dominando proporção. Deve ser dito que se os americanos têm insistido neste modelo e implementá-lo explicitamente, a maioria da humanidade está enfrentando a perspectiva de liberalização EUA.Norte-americanos, apesar de tudo, há todas essas sociedades - meio bilhão China polutoramilliardnkyu Índia, do mundo árabe, no Oriente Médio, toda a Eurásia, Rússia e CIS, América Latina - para tentar reformatar sob o ponto de vista americano, sob os padrões sociais americanas. E agora, para que eles vivem apenas em uma minoria da humanidade - ". Oeste global" Europa e América, o que constitui
Esta é uma terrível genocídio contra essas pessoas, a transformação social grande que vai levar ao caos global. Se o mundo é recuperar e consolidar contra os atos traiçoeiros da força de reformatar a estrutura social da maioria da humanidade, ele vai simplesmente afundar o genocídio, o caos, a liberalização da natureza modelo de moagem em substituto globalista americano, a transformação da vida dos povos da humanidade nos chamarizes. Aqui na frente de tais perspectivas é a humanidade.
Prêmio Nobel de hoje - é um agentes American Academy Award que agem sobre a aproximação do mundo dos EUA. Representantes da Rússia recebeu o Prêmio Nobel, por exemplo, Mikhail Gorbachev - para o colapso da União Soviética. A eliminação do adversário geopolítica num mundo bipolar, o que levou, vamos pressa, mas, no entanto, o anúncio do fim da história de Fukuyama. Gorbachev abandonou bloco geopolítico que metade controlada do mundo e metade da humanidade, sujeito orientado para a União Soviética estados, os movimentos, as estruturas políticas, paisagem geopolítica. Tudo isso ele simplesmente abandonou durante a noite e por isso recebeu o subsídio americano - o Prêmio Nobel da Paz.Pela mesma lógica, o Prêmio Nobel da Paz ao longo dos anos.Obama conseguiu - o autor de vários "quentes" conflitos, projetos, mergulhou no caos da vida no Oriente Médio. O Prêmio Nobel da Paz - um americano sob seus agentes por todo o mundo.


Fonte: http://www.evrazia.info/modules.php?name=News&file=article&sid=4593
 
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2007/12/10 - Claro passo para a vitória total - Alexander Dugin: "Como franca deterioração das relações com o Ocidente está se tornando uma economia importante de projeto de integração EURASEC para os países da ex-União Soviética, tornando-se mais e mais 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

"Reset" das relações entre a Rússia e os Estados Unidos tinham morrido junto com o projeto ", afirmou Medvedev"

A política externa de Vladimir Putin
"Restart" se transformou em um "deslize"
Rússia mostrou uma linguagem comum

"Reset" das relações entre a Rússia e os Estados Unidos tinham morrido junto com o projeto ", afirmou Medvedev"

Medvedev conseguiu "zerar" zamorochit cabeça americanos - verdadeiro, e nosso povo também
Às vezes, com uma altura de dias passados ​​a rir essas esperanças tolas que se divertiam antes - e, afinal, não é por nada, mas porque parece que não havia nenhuma razão para ver o que está acontecendo truque. E quando no governo do presidente Dmitry Medvedev anunciou de repente um "reset" relações EUA-Rússia, de alguma forma, instintivamente querem acreditar - não apenas uma figura de linguagem. Não que as boas relações com os EUA eram uma espécie de meta obsessiva para a Rússia, mas ... então de alguma forma mais calma, eu suponho. O único caso em que uma má paz melhor do que uma boa briga.
Como muito ingênuo foram essas expectativas? Mas, em vez folhear o jornal da época, para ter certeza: a capacidade de "reset" com várias reservas, mas ainda não acreditava, então as pessoas estúpidas. Agora, já está claro que as origens da ilusão de massa: de que o Kremlin ea Casa Branca conhecer melhor uma vez pronto para esta fase do relacionamento, ele amadureceu ... Mas acabou período bastante curto e entender que este "reboot" - outro brinquedo estrangeiro e nada mais.
Uma simples análise das ações e declarações de Washington mostra que é apenas mais evidente. O fato de que estamos lidando com fraude comum e chato, a comunidade de especialistas, incluindo representantes do governo e não da oposição, os primeiros passos em um momento em que o país foi seriamente pensando, vai Medvedev para um segundo mandato ou não.Engraçado, a propósito, que a versão de apoiantes de "Medvedev segundo mandato" lembrado como um argumento, incluindo o notório "reset". Como, um projeto ambicioso, a ideia de Medvedev, em um prazo não pôde atender ...
Dificilmente nutria ilusões sobre as conseqüências maravilhosas de um "reset" e, em seguida, o atual ministro das Relações Exteriores,Sergey Lavrov. No entanto, em sua entrevista ao "Kommersant" ministro do Exterior russo ainda encontrado uma boa palavra para esta aventura, que foi, na verdade, reconheceu-os em colapso.




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2008/04/10 - Fanáticos execução falsas profecias - Vladimir Karpets ", criado no tempo para combater a" agressão soviética no Afeganistão ", wahhabismo é dirigida por um partido contra a Rússia, e os outros - contra o Irã, Índia, parte da China"
"Alguns anos atrás, presidente dos EUA, Barack Obama e sua equipe têm expressado sua vontade de abordar seriamente a melhoria das relações bilaterais e da resolução de problemas existentes e que levou este sinal positivo. Desde o início deixou claro que para enfrentar eficazmente os desafios que enfrentam problemas de nosso país só pode basear-se em de respeito mútuo, tendo em conta os reais interesses do outro, a não-interferência nos assuntos internos "- lembrou o ministro.
E de improviso listados vários positivo, em sua opinião, as consequências da política de "reset": assinatura do Tratado START, o acordo de facilitação de vistos e, claro, a entrada na OMC. Então, isso é o que estava faltando para todos nós para ser completamente feliz!
Talvez possamos de alguma forma peretoptalis sem OMC e visto simplificado, mas em termos de cooperação militar "reset" de alguma forma não funcionou. Mas, para isso, eu gostaria de ter mais variedade. O que foi o Tratado START ... Washington tem repetidamente deixado claro que seus interesses estratégicos acima de todos os papéis. Você nunca sabe o que está escrito na mesma Carta das Nações Unidas! Mas a linha de fundo nas negociações "reset" de mísseis de defesa exaltada de nós, infelizmente, não deu, como se não fosse ela. Na verdade, o Sr. Lavrov eloquentemente reconheceu esta declaração já muito que o problema da implantação dos EUA sistema anti-míssil é relevante para nós hoje: "Para nós, a principal coisa - para criar um americanas instalações de defesa antimísseis não violou o equilíbrio emergente do poder por décadas, não minar a dissuasão nuclear da Rússia. Precisamos de garantias claras, apoiados por um mecanismo de verificação credível. Washington não está pronto para fornecê-lo. "
Reinicialização reboot, e foguetes sheathed ...
Sua política de currículo coagulado de "reset" entre a Rússia e os EUA, em uma entrevista com o navegador "KM.ru" diretor proposta do Centro de Estudos Conservadores da Faculdade de Sociologia, um proeminente cientista político e filósofo Alexander Dugin:
Alexander Dugin: O maior mais "reset" (ele também tem um) - é que temos mais tempo, a capacidade de chegar a mais ou menos entre 2008 e 2012. A idéia do "reset" foi totalmente incorporada no projeto ", Medvedev" - promover a liberal Kremlin, pró-americano, o presidente pró-ocidental, mudou a retórica dura de Putin política "linha dura" estrangeira no tipo amorfo do liberalismo nas relações internacionais.
Basicamente, esse projeto pode resultar em duas versões. Se o "reset" das relações entre a Rússia e os Estados Unidos foi feita a sério, hoje, provavelmente não teria a Rússia como um Estado soberano. Porque os nossos interesses com os EUA são mutuamente exclusivos, esta convergência pode resultar apenas em desastre. Mas vemos que o acidente não aconteceu, o que é muito bom para a Rússia, e, obviamente, muito ruim para os EUA.
Os americanos geralmente tendem a acreditar que o "reset" foi fintade Putin para desviar a atenção de seu retorno. Aliás, eu prefiro concordar com este ponto de vista - mesmo porque isso em si, este "reboot" era apenas inútil e não deu qualquer efeito. Parece que ela se juntou às fileiras de tais "conquistas" Medvedev como uma rejeição do inverno, que agora vai ser cancelado. Mas devemos reconhecer que este "reboot" mesmo ele conseguiu zamorochit cabeça americanos. No entanto, e ao nosso povo também.
Em geral, todas as principais decisões da presidência de Medvedev é, na verdade, já foi cancelada, ea glória de Deus. Que isso é realizado, como o reinado de Medvedev terminou e com Jurgens, Gontmakher e seu "desenvolvimento moderno". E graças a Deus!Seria bom, e Obama finalmente acabou, mas, em princípio, não é tão importante, porque as relações da Rússia com os Estados Unidos em qualquer caso seria diferente agora. Putin voltou ao Kremlin com a intenção de manter uma política soberana, uma política de integração euro-asiática, para construir um mundo multi-polar. Nenhum desses itens não se encaixa com a ideologia do "reset" como indicado no interesse da Rússia.
"KM.ru": Você diz que seria bom, de modo que "Obama é mais."Mas parece que é preferível para a Rússia: a mesma substância activa Romney criticou por excessiva lyubeznichanie nós ... Romney se tem uma retórica mais perigoso para a Rússia.
Alexander Dugin: O principal perigo para a Rússia - modernização, ocidentalização por receitas americanas, consentimento para sua imposição nós. Pessoas, neste caso, não são críticos é se a Casa Branca "falcão" Romney ou "pomba" Obama - na política externa entre os democratas e os republicanos em os EUA por um longo tempo, há um consenso. Rússia para a América - o principal adversário estratégico, o inimigo. Há uma diferença, exceto na retórica. Republicanos diga-nos: "Estamos indo para destruí-lo", e os democratas eo sorriso largo: ". Nós te amamos e apreciar e, portanto, vão destruí-lo para seu próprio bem"
Parece-me que as nossas elites seria mais útil para lidar com o primeiro, para não alimentar as ilusões vãs e entender claramente que eles estão lidando. Sim, para se comunicar com o "falcões" não é tão confortável, mas para todos nós é, em última análise, mais útil. Esta mobiliza inclui mecanismos de proteção. E eu tenho alguma confiança de que Vladimir Putin já ganhar experiência e ser capaz de exercer com êxito no diálogo, bem como a administração Obama e Romney a administração.

Preparado por Victor Martyniuk